Tenho falado das mensagens que, nestes tempos de passagem de milênios, o arcanjo Miguel tem enviado aos co-irmãos da Terra, porque elas exaltam a grandeza humana e robustecem nossas esperanças. Ele nos diz que temos de manifestar nosso traje espiritual de luz, porque somos detentores de poder radiante e não apenas seres físicos emocionais. E acena que precisamos abandonar medos e sentimentos de culpa e até ódios que temos contra nós mesmos.
Já quando estamos em momento de esperança e inspiração - ele nos ensina - bloqueamos as energias negativas. Nossa vida muda para melhor se passamos a irradiar amor, compaixão, esperança, fé, alegria e gratidão. Maus sentimentos e maus comportamentos convertem-se em vícios, e as boas emanações que partem da alma se transformam em hábito salutar.
Miguel menciona saber das dificuldades que os humanos enfrentam diante do que ocorre no mundo, mas nos alerta para a consciência de que ''todos aqueles que experimentam eventos catastróficos concordaram, no nível da alma, a fazer esse supremo sacrifício''. Sofrer não é uma necessidade mas propicia avanço individual se alguém se envolve em sofrimento e passa por esse processo com resignação. Os que passaram por cataclismos na Terra e já transcenderam para esferas mais altas evoluiram, por aquele papel desempenhado.
Ele nos revela que esta é a mais importante existência que estamos experimentando e por isso nos pede que elevemos nossa percepção acerca da razão de estarmos aqui. Devemos preencher com amor, beleza e harmonia nosso santuário interior (''o Reino dentro de vós'', de que nos falava Jesus), projetando essa perfeição para o exterior, de modo que comece a se desdobrar em torno de nós.
Miguel também nos recomenda entrar em harmonia e equilíbrio com os corpos mental e emocional da Terra, a fim de que ''ela possa avançar para o seu lugar apropriado no sistema solar e na galáxia''. Nossas múltiplas existências neste plano terreno têm razão de ser, e o que nos acontece aqui não é um acaso. Cada um de nós escolheu isto antes de aqui aportar. O esquecimento desse ''contrato'' é para que se opere o mérito do que estamos realizando e de tudo que viemos passando.