As redes de supermercados têm testemunhado uma revolução significativa no processo de compras, impulsionada principalmente pela crescente demanda por conveniência e eficiência. Dentre as tendências que vem ganhando cada vez mais destaque, está o serviço de delivery.
Com a proliferação de aplicativos e plataformas on-line, consumidores podem agora pedir uma ampla gama de itens com apenas alguns cliques, transformando radicalmente a experiência de compra tradicional.
Em Londrina, os estabelecimentos atingiram o auge do delivery durante a pandemia da Covid-19. Agora, mesmo que em patamares inferiores, o crescimento é constante. Em algumas redes, o avanço chega a 25% ao ano.
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O número de brasileiros que utilizava o serviço na pandemia, época em que o delivery ganhou grande importância devido às normas de isolamento, saiu de 30,4% em 2019 para 54,8% entre 2020 e 2021. Os dados são da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito).
Em janeiro de 2022, por exemplo, foi registrado um aumento de 20,56% em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo informações do MCC-ENET, em parceria com o Compre & Confie e a Câmara Brasileira da Economia Digital.
Segundo a Apras (Associação Paranaense de Supermercados), alguns dos clientes mantiveram o hábito da compra por e-commerce depois da pandemia, mas a maioria retornou para as lojas. Porém, mesmo assim, a organização aponta um crescimento de vendas on-line constante, mesmo que ainda estejam em uma velocidade baixa.
“A representatividade do delivery gira em torno de 2% do faturamento geral no Brasil. Tem a ver com a cultura de consumo no nosso país e com os hábitos das gerações, pontos que interferem nas preferências de compra”, explica o vice-presidente de Marketing da Apras, Fabiano Szpyra.
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